As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?

Mahatma Gandhi

4 de ago. de 2014

A cidade sagrada de Jurema

A CIDADE SAGRADA DA JUREMA
É em Alhandra município a 26 quilômetros ao sul de João Pessoa, onde se ergue a Cidade Sagrada de Jurema. Foi lá que nasceu em 1813 José de Aguiar, o “Zé Pelintra” que ao morrer com 114 anos de idade se tornaria a entidade espírita mais discutida nos terreiros umbandistas do Brasil, pelo seu linguajar pornográfico e paixão pelo marafo.

No cemitério da Cidade Sagrada estão sepultados 42 mestres famosos entre os quais, além de “Zé Pelintra”, Joana “Pé de Chita”, (minha bisavó),  a mestra justiceira que morava em Santa Rita, a mestra Juremeira Maria do Açaís, Tertuliano, José Vicente, mais conhecido por “Malunguinho”, Manoel “ Maior do Pé da Serra”, mestre Carlos, “Zezinho do Açaís”, Heron e esposa Salomé, Rosalina, João de Alhandra, “Dondom”, “Pinicapau”, “Coqueiral”, “Cadete”, “Cangaruçu”, “Tambaba” e outros.

Memorial Frei Damião- Guarabira

 Memorial Frei Damião

Fotos; Levy Galdino

O turismo religioso é uma opção interessante, sobretudo, comercialmente em algumas regiões do Brasil: bom para a igreja e para a economia local. Entre os vários monumentos religiosos construídos na Paraíba, há um ‘gigante’ de 34 metros de altura (total), considerada a 3ª estátua mais alta do Brasil, representando o frade capuchinho frei Damião de Bozzano, na cidade de Guarabira (PB), onde o religioso esteve por várias vezes realizando suas missões.

Iniciado em março de 2000, o Memorial Frei Damião foi construído na gestão da ex-prefeita e atual deputada estadual Léa Toscano (PSB). O monumento, inaugurado em dezembro de 2004, é realmente uma obra grandiosa localizada na Serra da Jurema, de onde também é possível ter uma visão panorâmica da ‘capital do brejo’ e seus limites. O santuário, inclusive, entrou na lista das 07 maravilhas do Estado, indicadas para visitação popular.

O santuário foi projetado pelo arquiteto Alexandre Azedo
e o memorial é de autoria do também arquiteto Gilberto Guedes
Administrado atualmente por uma congregação de frades capuchinhos, com apoio da Diocese de Guarabira, quem visita o santuário pode apreciar um pouco da natureza, visitar um museu, ter acesso a um arquivo fotográfico sobre a vida do ‘santo do Nordeste’ e participar de celebrações religiosas, bem como de romarias que atraem muitos romeiros de várias cidades da região e até de outros estados do país.

Diferente dos santuários do Padre Ibiapina, na Paraíba; e do Padre Cícero, no Ceará, por exemplo, lugares onde já havia peregrinação e aconselhamentos espirituais antes de se tornarem “praças da fé católica”, o Memorial Frei Damião foi construído no meio do mato, num lugar que não tinha as características do ‘espaço do sagrado’ - ou seja, ali não havia peregrinação nem aconselhamentos antes. O Cruzeiro, no entanto, que antecede o santuário de Guarabira, era até então o ponto mais alto considerado ‘espaço do sagrado’, justamente em virtude dos registros históricos de peregrinação no local.


Cruz da Menina





Na década de vinte, no século XX, chegava a Patos um casal campinense: Absalão Emerenciano e sua esposa Domila Emerenciano de Araújo, trazendo consigo uma criança, filha de retirantes e conhecida apenas por Francisca. A menina lhes fora dada, em uma das maiores secas da história, como única forma encontrada por seus pais para livrá-la da fome que assolava as famílias nômades, as quais viviam em um verdadeiro estado de miséria. 

Absalão teria na Capital do Sertão da Paraíba uma importante missão a cumprir: executar o funcionamento do motor que fornecia energia para toda a cidade. Sua esposa, por sinal uma mulher de beleza invejável, trazia consigo um gênio forte e desumano. Pacato como sempre foi, ele aceitava os caprichos reprováveis da companheira, como quem pratica um grande sacrifício para manter um comportamento exemplar em meio à sociedade. A maior vítima da mulher malvada passou a ser justamente a pequenina que era verdadeiramente uma criada, responsável pela execução das tarefas de casa. Vivia em uma espécie de prisão e passava por constantes sessões de tortura, valendo citar ainda que além da pancadaria, promovida constantemente contra a indefesa, Domila chegava até mesmo a sentar sobre o seu corpo para entoar músicas, acompanhada de seu violão. Se por acaso não concordava, o homem do motor da luz aceitava as referidas práticas e, aos poucos, a tragédia passava a ser apenas uma questão de tempo.

Em 10 de outubro, de 1923, por volta das 18:00 horas, cumprindo uma trajetória diária, Domila saiu de casa e seguiu ao encontro do esposo, com quem palestrou até às 22:00 horas, momento em que o equipamento fora desligado e os dois regressaram para dormir. Ao deixar a residência tinha sempre uma frase repetida endereçada à criança, no sentido de que após lavar a louça e organizar outros espaços da casa, fosse dormir.

Atraída pela algazarra das meninas de sua idade residentes na então rua da Pedra, a pobre inocente, após cumprir a tarefa, abre a janela e fica a contemplar as brincadeiras. O sono bate e, displicentemente, dirige-se para a rede, esquecendo-se de fechá-la, o que seria um álibi de Domila, para espancá-la de forma brutal, utilizando-se da trave de madeira usada como taramela, culminando com o massacre.

Com o crime concretizado o casal passou a viver um momento terrível, que, por incrível que pareça, criava-lhe maior preocupação não por conta do assassinato, mas por temer a reação pública. Naquele momento, em plena madrugada, já era traçado o plano de desova e, conseqüentemente, a distorção da verdade. Absalão buscava um meio de livrar-se do corpo da menina, contratando uma viagem no caminhão de Zé Vicente, cujo motorista era conhecido como Hindú e morava na mesma artéria. Francisca era levada em um saco de estopa e jogada no sítio Trapiá, em um ponto ermo, sem que o condutor do carro fosse informado ao certo que tipo de missão estaria sendo desenvolvida, já que anteriormente soubera apenas que o casal seguia com destino à residência de amigos para entregar uma encomenda, e, lá chegando, lhe orientara a aguardar o retorno em uma estrada vicinal. No dia seguinte, enquanto Domila espalhava que Francisca havia desaparecido, Absalão encenava uma procura frustrada.

Em 13 de outubro, ou seja, dois dias após o fato, o corpo franzino era localizado pelo rurícola Inácio Lazário, que atraído por urubus e pensando que alguma criação teria perdido a vida, se deparou com os restos mortais da menina Francisca. Tratou de registrar o fato junto ao delegado Antônio Fragoso, que substituía o titular Vicente Jansen, o qual determinou a transferência do cadáver até a delegacia onde foi feito o reconhecimento por membros da comunidade e logo após o enterro. A essas alturas, os boatos na cidade já não deixavam nenhuma dúvida, em meio à população, quanto a autoria do assassinato de Francisca, que teve entre outros ferimentos o crânio fraturado e um dos braços quebrados. Protegido por grandes nomes da política o casal não chegou a ser preso, mas não suportando a revolta popular teve que ser transferido para a cidade de Campina Grande.

No local onde encontrou o corpo da criança, o agricultor Inácio Lazário, fincou uma cruz de madeira simples que passou a servir de orientação. As pessoas que por ali passavam, mantendo uma tradição religiosa, rezavam algumas orações em sufrágio da alma da inocente.


Um certo dia, munido pela fé cristã, o agricultor José Justino do Nascimento, trafegando na área e meditando sobre a grande seca que abalava a região, provocando a morte de animais e sofrimentos nos humanos, resolveu rezar um pouco e endereçar um pedido a Deus por intermédio da pequena mártir. Bem próximo do local resolveu cavar uma cacimba e encontrou água suficiente para salvar seu rebanho. Como pagamento da promessa construiu uma capela, a qual foi inaugurada em 25 de abril de 1929. Vale salientar que o líquido precioso da mesma fonte foi suficiente para tocar a referida obra.

Com o surgimento da Capela começava também a romaria, que mais tarde seria o ponto de maior convergência de peregrinos e fiéis do Estado da Paraíba. Entre os possíveis milagres atribuídos à “Menina Francisca” o mais surpreendente foi narrado por um americano que veio a Patos trazendo uma réplica dos seus pés, na época em que sofria de uma grave doença. Dona Odília, moradora do Sítio Trapiá, que zelou a capela por mais de 50 anos, sempre contava o fato com muita emoção. Segundo ela, “Este cidadão dos Estados Unidos, havia sonhado com a menina, informando que a sua cura estaria nesse ponto de romaria, localizado em Patos e para tanto bastaria que através da fé prometesse que levaria o ex-voto até o local. Pacto firmado, graça alcançada e promessa paga”.

Somente onze anos depois do crime, o primeiro julgamento do casal veio a se concretizar, graças à determinação do Juiz Luiz Beltrão, que desengavetou o processo e mandou que os dois fossem presos em Campina Grande. No primeiro Júri que não condenou o casal, ocorrido em 15 de junho de 1934, funcionou na defesa o Advogado José Tavares, na acusação o promotor Alfredo Lustosa Cabral e foram jurados: Francisco Olídio Wanderley, Antônio Chaves, Sabino José Viana, Virgílio Barbosa e Oscar Medeiros Torres. Em 24 de outubro o casal voltou ao banco dos réus, na sessão presidida pelo Juiz Manoel Maia de Vasconcelos. O promotor foi Antônio Dantas de Almeida e na defesa funcionaram os advogados José Tavares e Plínio Lemos. Os jurados foram: Laurênio Lauro de Medeiros Queiroz, José Caetano dos Santos, Anésio Ferreira Leão, João Olintho de Mello e Silva e Alcebíades Alves Parente, os quais decidiram pela absolvição, também por unanimidade. O último júri aconteceu em 05 de junho de 1935, presidido pelo Juiz Edgar Homem Siqueira, tendo na promotoria Antônio Dantas de Almeida e na defesa os advogados Plínio Lemos e Francisco Wilson da Nóbrega. Os jurados foram: Bossuet Wanderley da Nóbrega, Pedro da Veiga Torres, Raimundo Pires Braga, João Norberto da Nóbrega e José Permínio Wanderley, prevalecendo a mesma decisão anterior. Mesmo sendo inocentado pela justiça, o casal jamais foi perdoado pela população. 

Décadas depois de inaugurada a capela, a estrutura já não chegava a comportar os ex-votos, provindos de todos os pontos do Brasil, como testemunhos dos mais diversos milagres ou graças alcançadas. Começava então uma batalha pela concretização de um projeto amplo, capaz de abrigar não apenas a religiosidade, como também o aspecto turístico, criando divisas econômicas para a Capital do Sertão. O então deputado Federal Edivaldo Motta comprou a briga com o Governo do Estado para a edificação do parque, o que só veio a ser concretizado com o ingresso de Ronaldo da Cunha Lima, no Palácio da Redenção. Em 24 de outubro de 1993 a obra foi entregue à cidade, com duas ausências por demais lamentadas: Dona Odília, que dedicou sua vida a antiga construção e o parlamentar que mais trabalhou pela sua consolidação. Os dois já haviam falecido.

O então prefeito Antônio Ivânio Ramalho de Lacerda, responsável pelas despesas de elaboração do projeto e desapropriação do terreno que serviria de estacionamento, propôs que a administração do parque ficasse a cargo da Diocese, o que não foi aceito pela Igreja, sob a alegação de que a menina não era beatificada. Neste momento registrou-se duas contradições: o comportamento de religiosos da mesma organização, em outros pontos idênticos, usando como exemplo o Padre Cícero Romão Batista do Juazeiro-CE, que como Francisca e os demais candidatos a santo do Brasil não haviam conseguido tal estágio, junto ao Vaticano e a atração de membros católicos da própria cidade de Patos, a partir da construção da Igreja de Santa Cruz, ao lado do Parque, como fruto da iniciativa do padre Jair Jacob Tomasella. Mais tarde, porém, prevaleceu o bom senso, e antes mesmo da conclusão do templo católico, o aceite da Diocese para tocar adiante as atividades do local foi concretizado.

Nos dias atuais, a Igreja já leva a efeito algumas celebrações dentro do complexo, o que no passado, somente o Padre Noronha, de saudosa memória, se arriscava a fazer. Dizia ele: “Celebro em qualquer canto porque Deus está presente em todo lugar”.

O Parque Turístico Religioso Cruz da Menina é composto de um anfi-teatro, cobertura em forma de pirâmide que protege a parte central onde estão a capela e duas salas de ex-votos, um restaurante, dez lojas de souvenir, espaço para a administração e posto policial. O ambiente é bem arborizado, agradável e atraente, chegando a ser considerado um dos pontos de maior visitação do Nordeste.
Presume-se que mais de 100 mil pessoas passem pelo parque anualmente e com a realização de algumas festas tradicionais, a exemplo de Pentecostes, o fluxo vem aumentando consideravelmente. O local é também parada obrigatória para os romeiros de vários Estados que se deslocam para o Juazeiro do Padre Cícero, principalmente no final de outubro e início de novembro.

Além dos folhetos comercializados no parque, os quais descrevem a história completa desde a sua origem, em 1993 a Lucena Publicidades produziu um filme em VHS, com a participação de 28 atores e mais de 100 figurantes, com duração de uma hora e onze minutos, sendo que todos os cenários e artistas são originários de Patos. Também foi editada uma revista, totalmente ilustrada, com todos os detalhes do episódio, além da disposição para um possível processo de beatificação junto ao Vaticano.

O Parque também se destaca por gerar mão-de-obra e renda. Além dos artesãos e empresários que lá atuam, a população pobre da Vila Mariana, uma comunidade situada ao lado, encontra ocupação e lucratividade na venda de velas e funcionamento de alguns estabelecimentos que comercializam lanches e bebidas.



 Texto e arquivo de imagem: www.patosemrevista.com
Damião Lucena

3 de ago. de 2014

Alguns Lugares Sagrados

Locais Sagrados

                         LUGARES SAGRADOS


     São espaços, lugares, localidades, acidentes geográficos, construções, monumentos e outros locais privilegiados para a experiência do sagrado, do transcendente.
          
          Muitos destes lugares são destinados ao culto religioso propriamente dito (mesquita, sinagoga, igreja, templo, terreiro, santuário); outros são para a vivência espiritual (mosteiro ou convento); alguns são para a formação religiosa (noviciado, seminário).
              
      Há lugares em que a experiência místico-religiosa se dá em um acidente geográfico (rio, monte, lago, gruta). Há também destinos de peregrinação e festividades. Incluem-se ainda nestes lugares de prática religiosa os lugares de culto ou reverência aos mortos (cemitérios, necrópoles, túmulos, catacumbas).
As diversas religiões privilegiam uma forma ou outras de lugares sagrados e espaços místicos. Aarquitetura religiosa é variada, rica e com características que variam conforme os tempos, os lugares e as crenças.

Fonte:http://aumagic.blogspot.com.br/2011/06/lugares-
sagrados.html 

Descrição: 
O termo "moai" é utilizado pelos estudiosos para designar as gigantescas estátuas de pedra, encontradas pelas encostas da Ilha de Páscoa, construídas por volta de 1300 d.C., que atingem até 12 metros de altura e pesam várias toneladas.

Palavras-chave: Moai, Ilha de Pascoa, Locais Sagrados, Imagens.


Descrição: 
Erguida em Belém sobre o local onde teria nascido Jesus Cristo, atrai fiéis de todos os cantos do planeta. A igreja, que tem cerca de 1500 anos, serviu de palco para o confronto entre palestinos e israelenses. O complexo inclui três conventos e duas igrejas menores.

Palavras-chave: Igreja. Natividade. Local sagrado. Jesus Cristo. Cristianismo. Catolicism

Descrição: 
Localizada em Istambul, na Turquia, foi construída por Justiniano, imperador romano-bizantino. É um dos símbolos dos ortodoxos.

Palavras-chave: Igreja. Santa Sofia. Turquia. Istambul. Local sagrado. Símbolo. Ortodoxo.
Descrição: 
Ou Mesquita do Profeta, está localizada em Medina, Arábia Saudita. Acredita-se que este foi o último lugar onde o profeta Maomé descansou. Local sagrado para xiitas e sunitas.

Palavras-chave: Mesquita, Arabia Saudita, Muhammad, Medina Islão.

Descrição: 
Localizada no oeste da península arábica, na Arábia Saudita, Meca é o principal centro da religião muçulmana, seu local mais sagrado. Meca é a cidade onde teria nascido o fundador da religião muçulmana, o profeta Maomé, e a regra da fé islâmica impõe a todos os fiéis que façam uma peregrinação (hajj) a Meca pelo menos uma vez na vida. Localizada pouco menos de 100 quilômetros do litoral do mar Vermelho, perto do porto de Jedá, Meca é um ponto estratégico da península já desde a Antiguidade mais remota. 

Palavras-chave: Meca. Local sagrado. Arábia Saudita. Muçulmanos.
Descrição: 
Localizada no oeste da península arábica, na Arábia Saudita, Meca é o principal centro da religião muçulmana, seu local mais sagrado. Meca é a cidade onde teria nascido o fundador da religião muçulmana, o profeta Maomé, e a regra da fé islâmica impõe a todos os fiéis que façam uma peregrinação (hajj) a Meca pelo menos uma vez na vida. Localizada pouco menos de 100 quilômetros do litoral do mar Vermelho, perto do porto de Jedá, Meca é um ponto estratégico da península já desde a Antiguidade mais remota. 

Palavras-chave: Meca. Local sagrado. Arábia Saudita. Muçulmanos.
Descrição: 
Machu Picchu, "velha montanha", também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. 

Palavras-chave: Machu Picchu, Locais sagrados, Inca, Religiões pré-colombianas.
Descrição: 
Bosque Sagrado (Sacred Grove) é o nome de uma área florestal no estado de Nova Iorque que era próxima a residência de Joseph Smith Jr quando este era adolescente. Esta área é considerada sagrada para os Santos dos Últimos Dias, pois neste local Deus e Jesus teriam aparecido ao profeta no que é chamada de Primeira Visão.

Fonte: Wikipedia

Palavras-chave: Bosque. Local sagrado. Deus. Jesus.
Descrição: 
É o maior santuário budista do mundo. Seu nome significa "Templo dos Mil Budas". Construído entre os séculos XVIII e XIX, caiu no esquecimento por volta do ano 1000. Foi redescoberto em 1815 e recuperado das cinzas vulcânicas que o recobriam.

Fonte: Voemansour

Palavras-chave: Santuário. Borobudur. Local sagrado. Buda.
Descrição: 
Igrejas no município de Mariana, Minas Gerais, Brasil. 

Palavras-chave: Igreja Católica, Templo, Mariana, Locais Sagrados.
Descrição: 
É o edifício principal nos santuários xintoístas. É considerado o lugar mais sagrado, onde reside o kami principal do santuário e é exclusivamente dedicado a esse fim. O acesso ao Honden é rigorosamente proibido ao público e apenas os sacerdotes aí podem entrar para a realização de rituais. A própria abertura das suas portas (mitobira) é feita com rituais elaborados.

Palavras-chave: Honden, Santuário, Gokonomiya, Xinstoísmo, Local Sagrado, Quioto, Japão.


Descrição: 
Cúpula da Rocha ou Domo da Rocha é um dos nomes atribuídos aos alicerces em que estão apoiadas as fundações localizadas no subsolo da Mesquita de Omar. Local sagrado do Islamismo. Localizado em Jerusalém.

Palavras-chave: Muro das Lamentações, Cúpula da Rocha, Jerusalém, Judaísmo, Local Sagrado.

 

Templo de Salomão é a sede mundial da Igreja Universal do Reino de Deus que foi construída no distrito do BrásSão Paulo,Brasil.3 A edificação da réplica foi inspirada em características da construção do Templo de Salomão, conhecido também como o primeiro templo citado pela Bíblia. Esse localizava-se em JerusalémIsrael, e fora destruído por Nabucodonosor II da Babilónia em 586 a.C.


Pesquisas  feitas em blogs de Ensino Religioso, ASSINTEC, Site do Paraná.


23 de mai. de 2014

O VELHO SÁBIO E O PÁSSARO

Afastado das aldeias, perto de uma montanha morava um velho sábio. Vivia sozinho e de forma bastante austera. Alimentava-se praticamente só das coisas da horta que tinha perto de sua cabana. De quando em vez, algum morador lhe presenteava também com alguma comida. Era muito conhecido por sua sabedoria e muito procurado por todos que quisessem um conselho para tomar alguma decisão ou resolver algum problema. Como dificilmente se afastava de sua moradia, estava sempre lá e podia ser procurado por qualquer um, em qualquer dia.
Também muitas crianças gostavam de andar por lá e escutar o velho falar. Um dia uma criança disse ao velho sábio:
- Tu dás conselhos a todas as pessoas que aqui vêm. Tu sabes falar sobre qualquer assunto. Mas, diga uma coisa: e tu mesmo, quando precisas de um conselho, a quem procuras?
O velho sábio deu um pequeno sorriso e respondeu ao garoto:
- Eu tenho um pássaro. Eu pergunto a ele. E ele me ajuda bastante.
Desde então, espalhou-se em toda região a história do pássaro conselheiro que vivia com o velho sábio. As pessoas de todas as aldeias da região ficaram curiosas para conhecer o pássaro. Muitos espreitavam a cabana do velho sábio por longas horas, para ver se viam alguma coisa. Mas ninguém nunca chegou a ver o tal pássaro. E assim, a curiosidade só aumentava e ninguém tinha coragem de perguntar ao velho sábio onde estava o tal pássaro conselheiro. E os pais aconselhavam os filhos a não tocarem no assunto do pássaro com o velho, pois tal pássaro podia até ser muito perigoso.
Uma vez um grupo de crianças estava conversando com o velho sábio e uma delas, muito curiosa, tomou coragem e perguntou ao sábio sobre o tal pássaro. O velho sábio disse:
- Então queres ver o meu pássaro? É muito simples. Espera um pouco.
O velho sábio entrou na sua cabana e pouco depois saiu de lá com um pássaro de madeira na mão, esculpido toscamente com um canivete. As crianças olharam aquilo meio incrédulas e perguntaram se o velho sábio tinha certeza que este era o pássaro que dava respostas às suas perguntas. E o velho sábio respondeu:
- Eu não disse que o pássaro dá respostas. Eu só disse que este pássaro me ajuda bastante, pois a ele eu faço as perguntas. E faço muitas perguntas. E se eu souber fazer bem as perguntas, já é uma etapa importante na busca das respostas.
“Histórias para dinamizar reuniões” - BERKENBROCK, VOLNEY J.- Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
 
 
 O Sábio e o Pássaro


Era uma vez, num determinado reino vivia um velho sábio. Ele era o mais sábio dos sábios e nenhuma questão que lhe fosse levada ficava sem solução. Ele sabia tudo de tudo.

Existia nesse reino um rapaz que não se conformava com isso. Ele não aceitava o fato do sábio conseguir decifrar qualquer enigma, fosse ele qual fosse. Durante muito tempo o plebeu ficou arquitetando uma forma de pregar uma peça no sábio.

"Tem que existir uma forma de enganar o sábio. Ninguém sabe tudo"...pensava ele.

Até que um dia descobriu uma forma, a qual nem mesmo o mais sábio dos sábios teria saída.

"Colocarei em minhas mãos, levemente fechadas, um pequeno pássaro vivo e perguntarei ao sábio se o pássaro está vivo ou morto. Se ele responder que está morto, eu abrirei as mãos e o libertarei para o voo. Se ele responder que está vivo, eu o apertarei com os dedos e o matarei.

O sábio não terá saída.

Diante do sábio ele procedeu conforme o seu plano, perguntando se o pássaro estava vivo ou morto.

O sábio olhou bem nos olhos do rapaz e respondeu:

"Meu bom homem, a vida desse pássaro está em suas mãos".

Muitas vezes, por diversas formas, a vida de outro ser está em nossas mãos. Cabe a nós a responsabilidade de escolher entre "matá-lo" ou salvá-lo. Devemos tomar decisões de forma coerente para que possamos dormir com a nossa consciência em paz.
Um grande abraço!!



Read more: http://jorge-menteaberta.blogspot.com/2010/11/o-sabio-e-o-passaro.html#ixzz32YoYMrMc

16 de mar. de 2014

Dias da semana, cores e saudações dos orixás!


Cada orixá existente no candomblé ou umbanda tem uma correspondência com um dia da semana, assim como cores e saudações específicas.

No dia da semana de nosso orixá é comum usar roupas de cores correspondentes a eles, contas na cor do santo, sendo também o dia mais propício a fazer oferendas e alcançar graças, assim como agradecê-las.

Confira agora tudo que corresponde ao seu orixá

Saudações, cores e os dias da semana para cada orixá


Exu, comemorado todo dia 7 como parte de minhas obrigações
Exu, comemorado todo dia 7 como parte de minhas obrigações

Exú – Mensageiro dos orixás

  • Saudação: Laroyê Exú!
  • Cores: vermelho e preto
  • Dia da semana: Segunda-feira

Ogum – O orixá da guerra, é também ferreiro

  • Saudação: Ogunhê
  • Cores: azul, verde
  • Dia da semana: Terça-feira

Oxóssi – O orixá da caça e rei das matas

  • Saudação: Okê arô!!
  • Cores: verde, azul
  • Dia da semana: Quinta-feira

Omolú orixá da medicina
Omolú orixá da medicina

Omolú/Obaluaiê – O orixá da medicina, deus da varíola

  • Saudação: Atotô!
  • Cores: marrom, cor palha
  • Dia da semana: Segunda-feira

Nanã Buruku – a mais velha dos orixás, primeira esposa de Oxalá, deusa da morte

  • Saudação: Saluba Nanã!
  • Cores: lilás, roxo
  • Dia da semana: Domingo

Oxumaré/Bessen – O orixá da riqueza representado pelo arco-íris e pela cobra

  • Saudação: Arroboboi Oxumarê!
  • Cores: amarelo e verde
  • Dia da semana: Terça-feira

Iansã - Orixá das tempestades
Iansã – Orixá das tempestades

Logunedé – O caçador filho de Oxum e Oxóssi

  • Saudação: Olorikim Logun!
  • Cores: amarelo e azul
  • Dia da semana: Quinta-feira

Iansã – Senhora dos ventos e tempestades

  • Saudação: Epahey Oyá!
  • Cores: marrom e vermelho
  • Dia da semana: Quarta-feira

Xangô – Senhor da justiça

  • Saudação: Kao Kabiesilê!
  • Cores: vermelho e branco, marrom e branco
  • Dia da semana: Quarta-feira

Oxum – Orixá do amor, da fertilidade e maternidade

  • Saudação: Ora yê yê ô!
  • Cores: amarelo
  • Dia da semana: Sábado

Iemanjá – Deusa do mar, segunda esposa de Oxalá    


Oxum é a deusa da beleza e graciosidade comemorada em 08 de dezembro

  • Saudação: Odò ìyá!
  • Cores: prata e branco
  • Dia da semana: Sábado

Ossaim – O orixá das plantas

  • Saudação: Ewê ô!
  • Cores: verde e branco com lista vermelha
  • Dia da semana: Quinta-feira

Obá – orixá dos ventos e redemoinhos

  • Saudação: Obá Xiré Yá!
  • Cores: rosa, coral
  • Dia da semana: Quarta-feira

Irokô – O orixá do Tempo

  • Saudação: Iroko y Só! Eeró!
  • Cores: branco, cinza
  • Dia da semana: Terça-feira

Oxalá/Oxaguiã/Oxalufã – O orixá maior

  • Saudação: ÈPA BÀBÁ !
  • Cores: Branco
  • Dia da semana: Sexta-feira
  • Fonte:  http://www.raizesespirituais.com.br/orixas-cores-saudacao-dia

15 de mar. de 2014

Frases de grandes líderes espirituais

As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo? Mahatma Gandhi
 Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar. Nelson Mandela 
 Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo. Martin Luther King 
 Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele. Martin Luther King 
 Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito. Martin Luther King

Buda e seus ensinamentos

Sidarta Gautama nasceu há cerca de 2.500 anos, filho único do grande rei Sudodana, de Kapilavastu, no norte da Índia. Sua mãe era a bela rainha Maya. Ele foi um menino como outro qualquer, cheio de ambição e energia. Por ser o príncipe herdeiro, recebeu a melhor educação possível na época. Era o melhor dentre os cavaleiros, excelente lutador e arqueiro, bem como um gênio mental. Ao crescer, interessou-se em descobrir a causa de todos os sofrimentos da vida. Tornou-se contemplativo, perdeu o interesse pelos esportes e pela política e, apesar do pedido do pai para que assumisse o trono, abandonou o belo palácio paterno e tornou-se um buscador da verdade. Tinha então 29 anos. Nos seis anos seguintes, percorreu todo o país procurando mestres e ensinamentos através dos quais pudesse resolver os muitos problemas da vida. Primeiro, foi aos brâmanes e tentou, com sua filosofia, resolver os problemas humanos. Depois estudou com um grupo de ascetas, adotando sua vida severa e contemplativa. E assim ele prosseguiu, durante seis anos, estudando todas as escolas de religião e filosofia; inutilmente, no entanto. Nenhuma daquelas escolas lhe oferecia uma resposta satisfatória. Certo dia, depois de banhar-se nas águas do Nairanjana, sentou-se sob uma figueira e meditou, e ali, após aqueles anos de observação e experiência, finalmente descobriu a verdade, alcançou a iluminação e chamou a si mesmo de Buda . Tinha então 35 anos. Até aquele momento, o príncipe Sidarta não era Buda. “Buda” é um termo sânscrito que significa “O Iluminado”. Buda não foi uma divindade, nem qualquer espécie de deus, nem um profeta como há em muitas outras religiões. Buda foi um homem que encontrou a verdade e viveu a verdade. Buda viveu até os 80 anos e, assim, durante quarenta e cinco anos, ensinou o caminho de vida que ele próprio encontrara. Foi um filósofo, psicólogo e líder espiritual prático e realista. Foi o primeiro a negar o sistema de castas, dizendo que um homem deve ser julgado por suas qualidades e não por seu nascimento. Portanto, contra o forte conformismo de sua época, foi corajoso o bastante para denunciar o rígido sistema de castas da Índia. Foi contra os complexos rituais religiosos daqueles dias; aboliu os conceitos antropomórficos e não acreditava na idéia dualística de um eu ou alma independente, enquanto entidade separada. Explicou que todas as coisas estão relacionadas umas às outras pela Lei de Causa e Efeito. Buda, após sua iluminação, deu seu primeiro ensinamento no Parque do Cervo, nos arredores da cidade de Benares. O teor daquele primeiro sermão foram as célebres Quatro Nobres Verdades e a Senda Óctupla, que constituem o alicerce dos ensinamentos budistas. O ensinamento de Buda não é teologia nem metafísica. Buda não especulava sobre o incognoscível, tal como um insondável começo ou fim. Não há começo nem fim na eternidade. Ele não conceituou a eternidade. A eternidade é o agora. O momento presente inclui o passado eterno e o eterno futuro. Este é o eterno-presente. Buda estava interessado no presente. Existem muitos problemas urgentes e prementes exatamente aqui e agora na nossa vida. Resolver os problemas presentes é também resolver os problemas passados e futuros. Os ensinamentos de Buda surgem a partir das suas próprias observações e experiências na vida neste mundo. As Quatro Nobres Verdades são: O reconhecimento do sofrimento . Não precisamos reconhecê-lo – nós o temos. Temos muito sofrimento, miséria e problemas em nossa vida. Que a vida envolve sofrimento é um fato, e foi exatamente esta afirmação de um fato – de que todos os seres estão sujeitos ao sofrimento – a primeira das Quatro Nobres Verdades afirmadas por Buda. Não era uma teorização ou especulação, mas sim os fatos da vida, da existência. A causa do sofrimento. Não existem milagres no budismo; o sofrimento tem causas definidas. Buda foi como o médico que examina um paciente e descobre a causa de sua doença. Por esta razão, ele era freqüentemente chamado de médico da vida. A causa do sofrimento é a ignorância. Superar ou transcender as causas do sofrimento. A ignorância, causa do sofrimento, pode e deve ser superada ou transcendida. Portanto, o budismo é o caminho da Iluminação. O caminho para superar a causa do sofrimento. O caminho é a Senda Óctupla. A Senda Óctupla é simbolizada pela Roda da Lei ou Roda da Vida ( dharmachakra ), que é o símbolo internacional do budismo. Os oito raios da roda representam os oito caminhos da vida ou da lei, que estão em movimento. A roda simboliza o movimento. A vida é dinâmica e está sempre em movimento. Os oito raios partem do ponto central, que simboliza a verdade, e são circundados pelo aro ou borda, que representa a sabedoria e a compaixão. A Senda Óctupla compreende: a compreensão correta, o pensamento correto, a palavra correta, a conduta correta, o esforço correto, a ocupação correta, a atenção correta e a meditação correta. Ao vivermos a Senda Óctupla, podemos superar as causas dos problemas e do sofrimento. Os freqüentes mal-entendidos e a falta de compreensão na vida particular ou doméstica e na vida social e internacional mostram o quanto precisamos da compreensão correta em nossa vida. Precisamos de uma correta compreensão das coisas, dos eventos e dos relacionamentos, bem como da própria vida, a fim de podermos superar os muitos problemas causados pela ignorância. O Sentido desse “correto”, conforme usado ao longo da Senda Óctupla, é muito importante. Não se trata de certo em contraposição a errado. Trata-se de correto no sentido absoluto, não em sentido moral e relativo. Existe apenas o correto. Correto é o correto transcendido, o qual está acima e além da dualidade certo/errado. O correto – ou a verdade – muda conforme as diferentes situações, condições e épocas. Não existe um correto – ou uma verdade – imutável, permanente ou estático. Portanto, o termo “correto” é usado em um sentido absoluto e religioso, não em um sentido ético ou moral. A ocupação correta significa o trabalho ao qual uma pessoa pode dedicar toda a sua vida. É um trabalho de vida. Muitas pessoas acham que o trabalho é apenas um meio de “ganhar a vida”. Escolhem um emprego por causa do salário, do prestígio ou porque é fácil. Porém, ocupação correta significa a própria vida. Todo trabalho é nobre e correto se for o trabalho da vida de uma pessoa. A vida de dedicação é a ocupação correta, e a ocupação não-correta traz contínuos problemas e sofrimentos para nós mesmos e para os outros. A ocupação correta é muito importante na vida moderna. Buda vê o mundo em que vivemos como mudança contínua. Todas as coisas mudam, nada é permanente. Todas as coisas materiais, idéias, ideais, caráter e personalidade, princípios morais, culturas, condições econômicas, situações políticas e tudo o que existe está em constante mudança. Por causa dessa contínua mudança de todas as coisas, estamos constantemente precisando enfrentar novas situações e isto cria muitos problemas e, com freqüência, sofrimentos. Já que estamos sempre nos defrontando com problemas, a visão budista da vida – de que a vida está sempre sujeita ao sofrimento – é muito verdadeira. A ignorância é a causa de todos os problemas e sofrimentos. A ignorância sobre nós mesmos é a maior de todas as ignorâncias. O primeiro ensinamento de Buda na busca do caminho foi: antes de tudo, conhecer a si mesmo. Sócrates devotou toda a sua vida ao “conhece-te a ti mesmo” e Buda ensinou o mesmo caminho. Uma pessoa precisa saber o que ela é antes de poder fazer alguma coisa para alcançar a paz, a felicidade ou a liberdade. Muitas pessoas pensam saber o que são, mas devemos lembrar que o “eu” de ontem não é o “eu” de hoje nem o “eu” de amanhã. Estamos continuamente vivendo uma nova vida. Não existe um eu imutável. Esta é a doutrina do “não-eu”. O que “eu sou” é o somatório de outras coisas e pessoas. Não existe um eu – ou alma imutável e eterno. Isto não significa a negação da individualidade. Buda enfatizou a singularidade e a importância do indivíduo. “Seja você mesmo” é o ensinamento importante do budismo. Porém, não devemos nos apegar ao conceito de um eu imutável. Todos os ensinamentos de Buda apontam para a imediação, a espontaneidade, o desapego, a não-dualidade e a unidade da vida. Embora Buda tenha nascido há 2.500 anos, na Índia, sua vida está sempre nova e vigorosa em mim, aqui, hoje, no Ocidente. Somente quando me vejo verdadeiramente, sinto em mim a presença de Buda Gautama. Sua vida é a minha vida; minha vida é a vida de todos. Toda a vida é uma. Esta é a vida de Buda Gautama. O texto acima é do livro ”Budismo Essencial” de Gyomay Kubose

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